Movimentos populares, sindicatos, pastorais sociais, igrejas e organizações da sociedade civil realizaram nesta segunda-feira (7) atos do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas, com uma agenda nacional que incluiu a defesa da moradia digna e o fim da escala de trabalho 6×1 entre as principais reivindicações. Além disso, a mobilização também incorporou pautas como reforma agrária, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentamento ao feminicídio e defesa da soberania nacional.
Com a participação ativa do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região a cidade fez parte da agenda nacional reunindo os participantes do Grito dos Excluídos no calçadão da Cardoso Vieira, chamando a atenção de um bom público. O presidente do sindicato, José Rogério, e o diretor sindical José do Nascimento Coelho, além de representarem a entidade local também representam a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB, em Campina Grade e na Paraíba, respectivamente.

Durante sua fala no evento o presidente José Rogério lembrou que o Grito dos Excluídos acontece já há 32 anos e durante todo esse tempo o sindicato também participa do mesmo ideal “na praça e na luta, defendendo o trabalhador da indústria, do comércio e do campo”. Ele também disse que a igreja tem um papel fundamental na mobilização, “junto com os movimentos sociais, trabalhadores e partidos políticos progressistas”.




José Rogério disse ainda que o sindicato continua lutando pelo fim da escala de trabalho 6×1, que somente em Campina Grande vai beneficiar 77 mil trabalhadores e trabalhadoras. O sindicato incorpora também a luta do Movimento Sem Teto por moradia digna e quer também o fim do feminicídio, com penas mais duras para os agressores e matadores de mulheres.
“Contem sempre com a luta do sindicato pelo fim da escala 6×1, contra o feminicídio e a favor do Grito dos Excluídos para que se tornem incluídos numa sociedade justa, fraterna e igualitária”, completou o presidente do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região.



