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 Publicado em 19 de fevereiro de 2025 por Redação

Desemprego na Paraíba, em 2024, foi o menor desde 2014, aponta IBGE

Desemprego na Paraíba, em 2024, foi o menor desde 2014, aponta IBGE
 Publicado em 19 de fevereiro de 2025 por Redação

A taxa anual de desemprego na Paraíba, em 2014, foi a menor desde 2014, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, publicada nesta sexta-feira (14) pelo IBGE. No ano passado, a taxa de desemprego foi de 8,3%, enquanto que em 2014 foi de 8,1%, menor taxa atingida na série histórica.
O instituto já havia divulgado no último dia 31 que o país encerrou o ano passado com a menor taxa média de desemprego (6,6%) desde o início da série histórica, em 2012. Agora, trouxe o recorte por estado.
Em toda a série, o pico de desemprego foi atingido no ano da pandemia da Covid-19, 2020, quando a taxa, na Paraíba, ficou em 17,8%. No entanto, desde 2017, a taxa de desemprego seguia aumentando de forma constante.
Após a pandemia, a taxa de desemprego na Paraíba começou a diminuir, saindo de 17,8% em 2020 para 16,1% em 2021, 12,4% em 2022, 9,6% em 2023 e 8,3% em 2024.
Seguindo o padrão internacional, o IBGE classifica como desocupadas pessoas que não trabalham, mas que estão ativamente em busca de uma oportunidade.
Quem não está procurando emprego é calculado em outro índice, das “pessoas fora da força de trabalho”, que também vem caindo nos últimos anos, depois da pandemia de Covid-19.

Nível da ocupação
Em todo o Brasil, as pessoas ocupadas equivalem a 58,6% da população de 14 anos ou mais — percentual chamado de “nível da ocupação”, que também foi o maior da série histórica.
No recorte por estado, os maiores percentuais para este indicador foram apresentados por Mato Grosso (68,4%), Santa Catarina (67,0%) e Goiás (65,3%) e os menores, por Maranhão (47,3%), Acre e Ceará (ambos com 48,7%) e Alagoas (48,8%).
Em relação ao trabalho informal, a Paraíba tem o sétimo maior percentual do país, acima de 50%.
Além disso, a Paraíba também ocupa a sétima posição no ranking de força de trabalho “desperdiçada”, apresentando uma taxa de 24,3%.

G1 PB

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