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 Publicado em 22 de outubro de 2025 por Redação

Governo estuda mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

Governo estuda mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)
 Publicado em 22 de outubro de 2025 por Redação

O governo federal estuda uma ampla reforma no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que garante o vale-refeição e vale-alimentação, visando modernizá-lo. Por outro lado, entidades trabalhistas temem que a reformulação traga insegurança no benefício.
No próximo ano, o programa completa 50 anos. Ele foi instituído em 1976 para incentivar que as empresas ofereçam benefícios alimentares aos trabalhadores. Inicialmente, a proposta estava estritamente vinculada à oferta de refeições nos locais de trabalho, mas hoje o programa inclui principalmente a concessão de auxílios, como vale-alimentação ou vale-refeição.
Conforme o Projeto de Lei nº 6.321/1976, os beneficiários podem arcar com até 20% do valor recebido. Em troca, as organizações conseguem amortizar parte dos gastos com o Imposto de Renda.
Segundo dados do governo, o PAT atende mais de 21,5 milhões de brasileiros, dos quais 86% recebem até cinco salários mínimos. Cerca de 300 mil empresas estão inscritas no programa em todo o Brasil.

Críticas ao modelo atual
Empregadores e trabalhadores avaliam que o PAT precisa se atualizar para se adequar aos novos tempos e facilitar processos. As principais críticas ao modelo atual envolvem as altas taxas cobradas pelas operadoras dos cartões de alimentação e a restrição do uso a um número limitado de estabelecimentos.
Em entrevista ao Estado de Minas, Marcelo Rodrigues, dirigente da Executiva Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), mostrou-se favorável a medidas que deixem as regras do PAT mais claras e atuais: “Já perdemos tantos direitos trabalhistas ao longo dos últimos anos, e o PAT é algo fundamental, que a gente não pode pensar. Como tudo, tem que se modernizar, tem que acompanhar o tempo”.
Uma das possibilidades que já entrou em pauta é transformar o valor do PAT em remuneração direta, mas o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) voltou atrás, já que a proposta abre a possibilidade de desvirtuar o programa do seu propósito de garantir a alimentação e seja usado para outros fins.
“É algo que somos muito contra. O PAT tem que ter destinação exclusiva. A destinação do PAT é para a alimentação do trabalhador. Nós não podemos desviar sobre isso”, argumenta Marcelo Rodrigues.

Abertura do sistema
Nos bastidores, o governo estuda uma abertura maior do sistema. Entre as mudanças propostas estão a flexibilização do uso, alterações na gestão e uma busca por acelerar processos.
Por outro lado, há o temor de que uma reformulação afaste o programa do seu intuito inicial de promover direitos dos trabalhadores e acabe como simples recurso de conveniência para o mercado reduzir as obrigações fiscais.
O dirigente da CUT alerta: “Não temos dúvida que empresas enxergam a reformulação como possibilidade só de facilitar a isenção fiscal. Isso é algo que nós vamos resistir”. Ele ainda afirma que, mesmo compondo a base de apoio ao governo Lula, a organização não vai hesitar em cobrar a gestão se perceber que o PAT está deixando de lado o propósito de garantir a alimentação dos trabalhadores.
Empregadores argumentam que a redução na burocracia e nos custos pode tornar o programa mais atrativo e consequentemente ampliar o número de trabalhadores beneficiados.
Especula-se ainda que a uma nova proposta pode ser integrada a fintechs (bancos digitais), plataformas e outras organizações que podem contribuir com soluções tecnológicas na modernização dos auxílios.

Foto: Sindicato dos metalúrgicos de Garulhos e região
Fonte: Estado de Minas

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