A direção do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região integra a delegação da Paraíba que participa, a partir desta terça-feira (3) da II Conferência Nacional do Trabalho, realizada em São Paulo até a próxima quinta-feira (5). O evento acontece no Teatro Celso Furtado, no Centro de Convenções Anhembi e será aberto à noite pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
José Rogério Gonçalves de Moura, presidente do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região é um dos representantes da Paraíba na delegação, que tem ainda integrantes do Ministério do Trabalho e de outras centrais sindicais. No evento José Rogério representa também a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/PB.
Realizado em São Paulo, encontro reúne representantes das 27 unidades da Federação e consolida mais de 386 propostas para a construção de um plano nacional voltado ao trabalho decente e ao futuro do mundo do trabalho. Além do presidente Lula, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, também vai participar da cerimônia de abertura.
Segundo a organização, o encontro visa estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil, fortalecendo o diálogo social e a construção coletiva de políticas públicas.
CONSTRUÇÃO COLETIVA – Entre setembro e dezembro de 2025, foi realizado um amplo processo de participação social nas etapas estaduais e distrital, com a mobilização das 27 unidades da Federação. O esforço conjunto resultou em mais de 386 propostas estaduais, que servirão de base para a etapa nacional.
As etapas estaduais reuniram mais de 2.800 delegados, representantes de trabalhadores, empregadores e governo, em um espaço democrático e paritário de debate. As contribuições refletem preocupações com a modernização das relações de trabalho sem perda de direitos, o enfrentamento da precarização, a promoção do trabalho decente e a ampliação de oportunidades diante das transformações tecnológicas.
Durante o encontro, serão debatidos temas centrais como qualificação profissional, proteção social, inclusão produtiva, fortalecimento da negociação coletiva e a preparação do país para as transformações tecnológicas, digitais, ecológicas e demográficas que moldam o futuro do mundo do trabalho.
